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21 de mai de 2011

No arrasto desta noite fria


Noite que se arrasta
Que me maltrata
Ela não vem isso me mata
Causa-me sofreguidão
Deixa minhas mãos
Trêmulas e incapazes da construção
De belos textos, poemas e sonetos
Todos em homenagem a ela
A dona de minha alma
A mulher que emoções me causam
Desperta minha vida às doces sensações

Vou esperar até tarde
Até que ela possa correr até aqui
Minha janela ficará aberta
Ouvirei seus passos na escura viela
Venha amor, proteja-se da noite fria
Os astros iluminarão o teu caminho
A Lua será a tua referência
Ela me faz companhia sempre
Não sinta ciúmes, ele tem pena do poeta
Que clama por sua amada

Cada noite me debruça na janela
Leve brisa da noite me toca
Enche minhas narinas com teu cheiro
Umedece meus lábios de desejo
Sangra meu coração de saudade
Amor, tenha pena deste poeta sofredor

Gerson Araujo Almeida

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