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1 de mai de 2011

Clarão de tarde, luz que me cobre


Por um breve momento
Um vislumbre, um átomo de tempo
Você estava ali..., linda
Pude ver teu rosto
Sentir tua presença
Mera silhueta num fim de tarde

Maldade...,
Quisera que não fosse uma quimera
Um momento fugaz me desespera
Quando pude te olhar e gritar
Teu nome que na distância se perde
Meu grito ecoou..., meu amor, não se vá!
Pela colina repetiu-se
Nos cantos dos campos teve abrigo
Nas montanhas se perdeu

Teu olhar
Aos meus olhos chegou
Rebateu em minhas retinas
Pude ver o quanto estavas necessitada
De viver nosso amor maduro
Que foi da paixão fruto
Revelou-se no calor e na procura
Dependentes que ficamos
Precisamos e nele nos alimentamos
Cada momento desfrutar
Cada beijo, gesto, grito e manifesto

Não se acanhe meu amor
Ao proferir bem alto meu nome
Ele será ouvido por certo
O vento, os elementos nos serão propícios
Aproveita o fim de tarde
Se lance na sacada
Chama-me irei ao teu encontro
Deixarei minha janela aberta
Meus ouvidos atentos, meus tímpanos...
Vibram com teu nome

Clarão de tarde
Luz que me cobre
Envia minha súplica
Una nossas almas
Seja meu aliado
A amada me traga

Minha vida só é completa
Entre os braços dela
Uma só frase me basta

Amor de minha vida
Mulher de meus caprichos
Ordena meus pensamento
Retorne ao meu peito, docemente

Gerson A Almeida

Um comentário:

  1. é inclivel que a escuridão da noite não disfaz o calor dos seus belos sentimentos do clarão do dia.os dias passa nós nos desencontramos mas os caminhos continua sendo os mesmos que nos segue mesmo quenão nos encontre nas noites frias e sem luz,mas por fim se cança da espera e pecorre até chegar ão clarão do dia.Afinal sempre estamos juntos por mas distante que seja meu grande amigo.um beijo e que deus sempre te ilumine seus passos para continuar essa obra prima.josiane sua fã de Além Paraiba MG

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