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6 de jan de 2011

Seja minha dona, minha soberana

Se te fiz minha presa
Não foi por mal
Foi por sentir que ali estavas
A me ouvir disposta
Querendo expor
O mal que te afligia
A dor que sentia
A solidão que te angustiava
Malvada vida que levavas
Solitária e doída, não compartilhada.

Conquistei este coração combalido
Reagiste ao meu ímpeto
De cavaleiro destemido e conquistador
Que mereceu o seu amor.
Entregaste-me teu coração
Arrumei espaço em minha morada
Pois a muito, vazio estava.
Reinas soberana em meu castelo
Em meu peito, em meu coração.

Minha querida, amada nesta vida.
Poderei um dia te levar pela mão
Dar-te mil beijos enamorados
Tocar teus lábios molhados
Sentir o tremor de tua pele
O frescor e a jovialidade
Deste ser que me fascina
Que teu corpo habita
Esta alma bendita, que neste mundo.
Foi posta, para me trazer tanto amor.

Seja minha dona, minha soberana.
A amada, a doce namorada.
Que só me quer bem e que também
Quer ser feliz ao meu lado
Poderemos um dia realizar
Nossos sonhos perpetuar.
Caminhar por estradas enluaradas
Adornadas por rosas da cor de teus lábios
Raiar nossos dias claros como tua pele
Lado a lado, sentir a brisa nos tocar.
A orquestra da natureza a soar...

Nas ensolaradas manhãs.
Este poeta em ti estará à pensar
Ouve a brisa que levará meu recado
Que o que sinto é verdadeiro
Enorme e que mal cabe em meu peito
Amor que amadurece qual fruta suculenta
Vislumbra e acolhe, colha e saboreie este delicioso amor.

Gerson A Almeida

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