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5 de out de 2010

Seu perfume..., me inebria

O que são os anos que nos maltratam
Deixam nossos corpos transformados
Alonga nossa cintura, retrai a nossa
Pele, trás marcas indesejáveis, revelando
Nosso tempo nesta terra...

Quisera ter o vigor de outrora
Não que hoje me considere um velho
Minha mente ainda é esperta, embora
Habite este corpo cansado, vivido e
Pela vida, maltratado..., mas amado

Ainda tenho como me dedicar a um
Amor que, sem perceber se apossou
Do meu ser, roubou minha alma
Para si, me envaidece com suas
Palavras amorosas, delicadas
Charmosas, me enche de rosas
Seu perfume que inebria
Só trás a minha alegria

Meus poemas dedicados
A este amor que me invade
Renova-me a alma, me da vontade
De correr e gritar seu nome pelo ar

Mas sei que não devo..., vou esperar
Que ela venha me falar o que quero
Ouvir..., Sem muita pressa ou badalação
Sem muito barulho..., pois sei que é
Muito difícil, para ela esta condição

Saiba meu amor, seu carinho, suas
Palavras me tocam bem fundo
Lá no meu refúgio, onde espero o
Teu aceno, teu contato, tua mensagem
Sempre bem escrito com cuidado
Aconchega-me agrada sua leveza
Joga-me na mesa e me ponho a ditar
Versos sob a luz do luar e das estrelas
Que me fazem companhia e me põem
A sonhar...

Gerson(260610)

Um comentário:

  1. Olá !!!Boa noite!!
    O tempo passa , mas o amor vivifica ,amadurece,transforma, cresce , queima ,envaidece !!
    Lindo poema !
    Parabéns pelo blog!!!
    Beijinhos amigo

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